Uma dos aprendizados da avó Beth com a Biza Lucila foi esse penteado da nossa bebê. A Biza gostava de fazer "chuquinha" no cabelo da Nati. E, também, vivia estimulando-a para a obtenção de um desenvolvimento psicomotor, conforme mandava o figurino. Neste dia Nati ficou em pé, sózinha. A Biza, logo ali atrás, de prontidão, estava preparada para ampará-la, caso um tombo viesse acontecer. Que nada!! Natalia ficou ali, em pé, esperando a correria da casa para que a máquina fotográfica chegasse e mais uma foto registrasse um novo evento. Mais uma vez nossa bebê preparou-se e click!! A avó Beth, feliz da vida, registrava o desenvovimento de sua filhote, capturando este momento. Filh@s grávid@s, família grávida, amig@s grávid@s. Um registro-memória de nossas experiências com Pedro e Natalia, pais d@ jujubinha. Participe!
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quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
E Nati aprendeu a ficar em pé! Mais um protocolo cumprido à risca!!
Uma dos aprendizados da avó Beth com a Biza Lucila foi esse penteado da nossa bebê. A Biza gostava de fazer "chuquinha" no cabelo da Nati. E, também, vivia estimulando-a para a obtenção de um desenvolvimento psicomotor, conforme mandava o figurino. Neste dia Nati ficou em pé, sózinha. A Biza, logo ali atrás, de prontidão, estava preparada para ampará-la, caso um tombo viesse acontecer. Que nada!! Natalia ficou ali, em pé, esperando a correria da casa para que a máquina fotográfica chegasse e mais uma foto registrasse um novo evento. Mais uma vez nossa bebê preparou-se e click!! A avó Beth, feliz da vida, registrava o desenvovimento de sua filhote, capturando este momento. Nati aprendeu a sentar... Sózinha, sem apoio!!!
Vejam só a alegria da nossa bebê neste dia, 23 de setembro de 1978, em que ela sentou sózinha, sem qualquer tipo de apoio, ao completar 6 meses de idade. A avó Beth ficou tão feliz que rapidamente buscou a máquina fotográfica para registrar o acontecimento, afinal, como psi acompanhava, com certo estresse, o desenvolvimento psicomotor de Natalia!! Para alegria da avó os eventos marcantes da vida de um bebê aconteceram, no caso de nossa bebê, conforme a previsão dos livros (a referência da época era o livro do médico pediatra, Dr. Rinaldo de Lamare, "A vida do Bebê"). Quanta alegria cercou nossa vida neste momentos. Foram muitos os aplausos, os beijos, os parabéns, enfim, toda grudação possível marcou este momento. Nati, mais uma vez, cumpria os protocolos!!! E vejam, como o leite materno fazia um bem danado à mocinha: gordinha, cheia de dobrinhas, pulserinhas (como dizíamos) e, sempre, de bom humor.Chupetas: um desejo apenas dos pais, avós e tios
Já comentei neste blog que Nati nunca gostou das chupetas. Nenhuma chupeta parou na sua boca mais do que 5 segundos. Cuspia todas. Por mais que todos insistissem, nossa bebê gostava mesmo de chupar o dedão da mão direita. Hoje em dia existe até forum de mães se perguntando sobre eventuais problemas com esta mania infantil. Bem, na época da Nati decidimos em deixar que o dedão direito ocupasse o centro do seu prazer, mas tentamos todas as chupetas disponíveis no mercado. Compramos todas as marcas, formas e cores. Cada um dos adultos-cuidadores (pais, avós, tios) que descobria uma nova chupeta, chegava radiante em casa com a oferta, "temos aqui um novo modelo", a nossa mocinha. É claro, depois de MUITO esterilizada!! E nada. Como já disse, colecionamos uma caixa enorme de tupperware, apenas para nosso deleite, pois a garota nos contrariava e preferia, sempre, seu dedão. Um dia, nos desesperamos. Nossa bebê mexeu numa gaveta, onde havia uma lâmina cortante, e lá se foi a tampa do tal dedão. Depois de muito choro, com nossas tentativas de fazê-la gostar de todas as chupetas da coleção, Nati descobriu o dedão da mão esquerda. A partir daí, desistimos das chupetas e ela passou a contar com os 2 dedões para acalmá-la.Natação: primeira atividade esportiva de nossa bebê Nati
Nati iniciou suas atividades esportivas com a natação. E como um baita bom humor, como podem ver as fotos ao lado. Com 6 meses de idade, nossa bebê, a avó Beth e a biza Lucila, se despencavam, duas vezes por semana, da asa sul (SQS 210) para o lago norte (QL 2), às 14h, em plena seca, num calor infernal!!! Levávamos também seus objetos transicionais (bichinhos como a sentopéia e o jacaré) e todos juntos (inclusive a avó Beth) mergulhavam naquela água fria da piscina da escola da Tia Bibia. Na época não existia aquecimento solar!! Pelo menos ali, não! Rapidamente, Natalia aprendeu o ofício. Ela gostava. Nunca chorou e nem mostrou algum desagrado com esta atividade. Infelizmente, não durou um ano, pois a professora mudou para BH. De qualquer forma, quando construímos a piscina da casa da QL 12, dois anos depois, nossa menina tinha em sua memória como permanecer em cima da água. Rapidamente, se tornou uma nadadora.Primeiros Cuidados ao bebê: muitas mães não estão preparadas
O que seria da avó Beth, sem a biza Lucila? Ou melhor, o que seria da nossa bebê sem a biza? ai ai.... Bem, vamos aos eventos essenciais da maternagem que a biza ensinou a avó. Mas, antes um protesto. As escolas, universidades, institutos de formação, deveriam preparar as mulheres para serem mães. Tudo bem, o pediatra-psicanalista D.W.Winnicott tem razão ao dizer que "as mães sabem o que seus filhos necessitam". Mas, o problema é o que fazer a partir da demanda identificada. Sem dicas do dia-a-dia sobre os cuidados ao bebê, as mães enlouquecem. Foi o que quase aconteceu com a avó Beth que, por sorte, tinha a biza Lucila por perto e com ela tudo aprendeu. TUDO MESMO. Desde os cuidados higiênicos como os banhos diários (quantidade e temperatura da água, onde e como limpar...), as troca de fraldas que acontecem a todo instante (que na época era de pano e existia o perigo de espetar o bebê com o alfinete!!), limpeza dos objetos, tecidos (roupas, lençóis etc.) à alimentação (dar os peitos ao bebê não é tão simples, que basta desabotoar o soutien e pronto, como pensam os homens. Nada disso!! É um tal de passar soro fisiológico, água boricada, ou similares, para limpar o seio antes de ser abocanhado pela bebê faminta e gulosa; pele do seio que sempre está lambuzada de pasta d'água, pomada de propólis, vaselina, um desses, para não raxar a pele da pobre mãe. E aí começam as papinhas. Como fazê-las? E quanto podemos dar? Enfim, uma loucura mesmo, cuidar de um bebê sózinhos, pais inexperientes, sem os avós, as bizas, por perto!!Amor à primeira vista
O bebê ao nascer encanta os adultos-cuidadores que o cercam. E estes fazem o mesmo. Um certo jeito de olhar, tocar, atentar para aquilo que se dá no encontro. Ambos são afetados pelo encontro. Vejam ao lado. Avô Narciso (quanta saudades) e nossa bebê Nati se amaram à primeira vista. Sempre que os pais demandavam ajuda de cuidados de suas filhas (Nati e Ciça) os avós corriam ao encontro delas. Assim, diariamente, a vida de nossa bebê foi preenchida pelo afeto dos avós. Mas era com o avô que ela corria e pedia colo, atenção, todo tipo de cuidado. Um acontecimento marcou esta dupla. Num certo Natal, Nati devia ter uns 4 anos, o avô vestiu-se de Papai Noel. Cuidamos de tudo: roupa vermelha, barba, saco com os presentes, mas.... Opsss... cuidamos de quase tudo para que o avô pudesse passar desapercebido. Entretanto, Nati muito observadora, deve ter sentido o cheiro do Narcisão. A partir daí não sossegou! De tanto procurar, encontrou a bota preta da Samello do avô nos pés do papai-noel. E saiu a gritar: "Não existe papai noel, este aí meu avô!! Vovô, vovô, é você, não é?". Narcisão, rindo, entregou os pontos. Se livrou da persona e pegou nossa menina levando ao colo com muitos beijos. Esta sempre foi Natalia. Nunca gostou de ser ludibriada...quarta-feira, 29 de setembro de 2010
Pai babão: vamos aos créditos
O pai de nossa bebê, Natalia, era um babão. Desde o dia em que desconfiamos que estávamos grávidos, Enéas ficou numa alegria danada. Sua reação foi positiva desde então. E foi um baita parceiro. Cuidou das meninas com esmero e carinho. Posso dizer que ele exerceu a maternagem: trocava as fraldas, dava banho, lavava as roupas, esterilizava as chuquinhas (mamadeiras), dava a mamada (quando eu estava com muito sono e não dava conta de acordar na madrugada), e depois, mais tarde, alimentava, levava ao parque, viajava para o litoral, enfim, também se responsabilizou pelo cuidado e desenvolvimento saudável de Natalia e Ciça, como poucos homens da época fizeram...Rever o passado: uma das gratificações de se tornar avó
Rever as fotos de minhas filhas (desde o seu nascimento) tem me trazido vários pensamentos. Como minha bebê era linda, fofa, esperta e alegre! A maternidade trouxe-me amadurecimento (será?) e felicidade! Por que parei na Ciça e não tive mais uma penca de crianças? Vejam ao lado, eu olhava para minha filhote admirada com seu crescimento e sob minha responsabilidade! E, assim, a cada mudança - mais um cílio, uma covinha, outra dobrinha-pulserinha - era perceptível para mim e pensava: Uauuu... tô dando conta! Muitos têm comentado (tio-avô Mori, por exemplo) como a ciça hoje se parece comigo, a mãe-jovem que fui um dia de Natalia! Aliás, a própria Ciça comentou neste blog. Agora... ficam também as faltas: Por que não fotografamos mais, Enéas? Por que não fizemos uma diário, com registros de toda experiência que vivemos como pais de Natalia e Cecília? Bem, fica aqui a sugestão para Pedro e Natalia: fotografem e anotem a história do Pablo Moreno e dos demais que virão, espero...
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Ignorância e conjectura sobre os cuidados higiênicos de um menino
Assim que soubemos que Jujubinha é um menininho (hoje com 18 cm e um peso de 200 gr), ficamos nós, as 3 Mori, nos perguntando: "E como é limpar ali, aquela parte íntima de um moleque?" Bem, depois de muitas conjecturas resolvemos pedir ajuda universitária. Ligamos para Biza Lucila. "É bem mais fácil". E complementou: "Basta, levantar o pinto e limpar ao redor". Depois de muita risada, lembrei que durante os cuidados higiênicos de nossa menininha voltávamos nossa atenção para que "o lugar da falta" ficasse limpinho, sem resquícios de qualquer sujeirinha. E haja dobrinhas para cuidar... Dá para imaginar, não? Olhem como nossa menininha era fofinha, cheia de pulserinhas...domingo, 29 de agosto de 2010
E o dedão? Na boca, desde bebê!
Natalia nunca gostou de chupetas! Tentamos todas, de todos os formatos! Ficávamos sabendo de um novo tipo, saímos às compras. Enchemos uma caixa de tupperware. Até que a caixa encheu! Resolvemos relaxar e deixá-la com seu dedão direito na boca. Mas, certo dia, Natalia já andava pela casa e... enfiou o tal dedão numa gaveta e feriu sua parte de estimação. "Tadinha, e agora?" Bem, não deu outra: Nossa menininha descobriu que tinha um segundo dedão, o esquerdo, e a partir daí na falta de um tinha o outro, isso até a idade de... Bem, não vou contar, pois ela não vai gostar nada nada de que eu revele este segredo!!!Natalia, a nossa menina-boneca-rainha!
Natalia era nossa boneca! Cuidávamos (a mãe, o pai, os avós, os tios), com todo zelo do mundo, de nossa boneca-menina. Bastava um gemido da bonequinha e estávamos todos ao seu redor. Bem, principalmente, eu, a mãe estressada que desde então queria cobrir sua menina de ofertas. Eram tantos paninhos, edredons, travesseiros e almofadas (recortadas com formato de bichinhos) para acomodá-la no tal bebê-confort que, olhando bem, ali sentadinha, vejo que ela era mesmo nossa rainha! "Sua majestade, o bebê!"
sábado, 28 de agosto de 2010
Emilia, a primeira boneca de Natalia
Natalia desde bebê gostava da Emília, sapeca! De pano, recheada de macela, com cabelos coloridos, encanta a todos. Natalia, já alfabetizada, gostava de ler as histórias do Sítio do Picapau Amarelo, onde Emilia era a personagem principal. Também assistia o Sítio na TV. Mas, ficava bem assustada com a Cuca (o jacaré, este aí, bem no canto da foto) de nome Cuca. Bem, na trama, contada por Monteiro Lobato, a boneca de pano foi feita pela Tia Nastácia para a menina Narizinho. Emilia nasce muda e é curada pelo doutor Caramujo, que lhe receitou uma "pílula falante". Emília desembesta a falar e Narizinho, preocupada, pede ao doutor que a fizesse vomitar aquela pílula e engolir uma mais fraquinha. Dr. Caramujo explica que aquilo era "fala recolhida" e que não podia mais ficar "entalada". Emília é conhecida no Sítio por volta e meia "abrir sua torneirinha de asneiras", principalmente quando quer explicar algo de difícil explicação ou justificar uma ação ou vontade. Além de falar muito, também costuma trocar os nomes de coisas ou pessoas por versões com sonoridade semelhante.Jujubinha tem a quem puxar
A imagem intra-uterina postado pela mãe em "Jujubinha já é uma pêra" nos mostra um feto de quase 10cm com um bochechão e nariz arrebitado! Pois bem, olhem a foto ao lado, a mãe com 3 meses de idade, bela e folgada no seu bebê-confort (acho que era este o nome que chamávamos a primeira cadeirinha da criança). Jujubinha de 12 semanas é a cara da mãe!! E eu que achava que apresentava mais sinais paterno...
domingo, 1 de agosto de 2010
Soltando o buchão
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