quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Parto em família: Nascimento do Pablo

Estou eu, uma das avós coruja, a esta hora da madrugada acordada, sem conseguir dormir. Já tentei e não consegui, já virei de lado inúmeras vezes e... nada! Até que tive a grande de idéia de levantar e vir para cá!
Aqui neste espaço posso falar do que está passando pela mente. É claro, o dia de hoje! Dia em que nasceu nosso Pablito. Um dia de muita felicidade na nossa história familiar. Quando chegamos para visitá-los (meus netos, Pablo e Iggy, e os nossos filhos, Natalia e Pedro) pudemos nos deparar com um clima de muita ternura e acolhimento. Pedro e Nati, os dois de resguardo, após uma madrugada intensa de trabalho de parto. De fato, este era o clima, uma parto em família. Nós, as avós, um tanto quanto barulhentas devo admitir, estávamos radiantes, felizes, orgulhosas de nossos filhos. Estávamos ali diante de um casal que resolveu experimentar um outro modo de se parir na contemporaneidade, enfrentando o que se tornou comum e nem vem sendo problematizado pela maioria dos casais: parto em hospital, feito por especialidades médicas e invasivo, cesáreana. O parto vivido por eles teve sim algo de clássico, realizado em casa com auxílio de parteiras acolhedoras e responsáveis e, ao mesmo tempo, vanguardista, pela participação efetiva do pai (que não ficou "do lado de fora") mas, conforme pudemos escutar, esteve presente desde as primeiras contrações - sinais, indícios de que Pablo estava pronto para vir ao mundo - até o nascimento de seu filho e o acolhimento da família. Estivémos lá, eu, Dulce, Roque, David, para juntos com os pais, comemorarmos este feito!

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