quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Pai babão: vamos aos créditos

O pai de nossa bebê, Natalia, era um babão. Desde o dia em que desconfiamos que estávamos grávidos, Enéas ficou numa alegria danada. Sua reação foi positiva desde então. E foi um baita parceiro. Cuidou das meninas com esmero e carinho. Posso dizer que ele exerceu a maternagem: trocava as fraldas, dava banho, lavava as roupas, esterilizava as chuquinhas (mamadeiras), dava a mamada (quando eu estava com muito sono e não dava conta de acordar na madrugada), e depois, mais tarde, alimentava, levava ao parque, viajava para o litoral, enfim, também se responsabilizou pelo cuidado e desenvolvimento saudável de Natalia e Ciça, como poucos homens da época fizeram...

2 comentários:

  1. Grande Enéas, grande cara!!!!!! Seu unico problema é não fazer um churrasquinho para o cunhado.
    Tempo bom hem?
    TioAvo Mori

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  2. hahaha, tio. ele sempre devendo esse churrasco. muito legal ler essas experiências todas. lembro-me muito das viagens e taí uma coisa que quero muito poder fazer com meu babyboy e com o papi (se conseguir convencê-lo a sair de casa...) viajar e mostrar a ele como somos diferentes, esoeciais e não ficamros restringidos a essa ilha da fantasia que é brasília. as viagens ao nordeste eram as melhores: praias lindas, gente simples, comidas maravilhosas, tudo de bom! bjs, mamacita

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